Saudações Rubro Negras!

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30 de abril de 2009

Assim não dá Cuca!

Treinador quando é demitido adora justificar com a frase: “É mais fácil trocar um do que onze”. Engraçado é que quando este tem a chance de trocar quantos forem preciso desses onze, não faz. O Cuca tem mostrado ousadia no Fla, vontade de acertar, mas outras vezes volta a ser cabeça dura como o Caio Júnior tentando o que todos já viram que não dá certo.

Dessa vez dava pinta de que tentaria o prático.Voltou ao tradicional 4-4-2 com dois atacantes e um meia de origem. Finalmente agora ele Cuca chegaria à conclusão de que escalar meia no atacante não dá certo como já vínhamos cantando essa pedra desde a Era Joel. Mas como a marcação do Fortaleza estava sendo muito bem feita, o Erick pouco conseguiu render, sobretudo no primeiro tempo e acabou sacado do time na segunda etapa para entrada de Zé Roberto. Desanimei na hora. Se a coisa já estava difícil sem o Zé Preguiça, imagine com ele. Mas enfim, talvez no meio campo, setor de origem, ele poderia ter algum lampejo do velho Zé Roberto do Botafogo que ainda não chegou à Gávea. Meu otimismo foi em vão. Além de não criar uma jogada sequer que resultasse em gol, dessa vez ainda conseguiu se sair pior que das outras. O Erick não estava bem na criação, mas pelo menos o moleque mostrava raça, corria e ajudava na marcação quando preciso e ainda poderia desequilibrar em algum lance e assim quebrar a barreira da defesa tricolor. Já seu suplente, mais uma vez foi um zero à esquerda no jogo. Acabou que o Flores, apesar de garoto, teve razão ao deixar o campo chateado. Talvez se visse que daria lugar a um Fierro ou Jônatas, não teria saído tão contrariado. Mas assim como deu tristeza em mim ao ver o ex-botafoguense à beira do campo, como boa parte da torcida o garoto deve ter ficado “pê” da vida também. E ainda tenho que ouvir depois alguns jogadores reclamando das vaias pós jogo. Tudo bem que eles correram, tentaram e por esse lado até que não mereciam. Porém sair de casa, serviço ou escola e ir às dez da noite ao estádio ver um jogo ruim com um 0x0 irritante e ainda ter que aplaudir no fim é o mesmo que você assistir um filme com aquele final sem pé nem cabeça dos que se tem vontade de pedir a devolução do seu tempo gasto à toa.

O time ainda não se acertou. O Brasileirão bate à porta e a Copa do Brasil começa a afunilar. A sorte do azarado Cuca é que mesmo ainda não jogando um futebol convincente, estamos na decisão do Carioca e isso de certa forma faz a torcida engolir algumas críticas.
E ele que faça o possível e o impossível mesmo para ser campeão como disse a um tempo atrás que faria, senão, não vai demorar muito para ficar com a corda no pescoço na Gávea. E aí não terá Adriano certo para ajudar, já que santo nenhum faz a bola chegar limpa aos atacantes e mesmo quando chegam (raridade), esses não colaboram. Ao contrário de muitos que só criticam nosso ataque, penso que a problemática maior se encontra no meio campo. O meia de ligação que deveria ser a salvação não deu certo até agora e a insistência do técnico que não dá seqüência ao Erick e nem promove outro meia como o Guilherme Camacho não dá para compreender. Desse jeito o carioquinha passa a ser realmente a grande possibilidade de título na temporada. E ai deles se não ganharem...


Eduardo Matheus

28 de abril de 2009

Matador da Copa do Brasil: façam suas apostas.

O Fuderosão papou a Copa do Brasil por duas vezes. Em 1990, a primeira vez que levantamos a taça, o time marcou 20 gols em 10 jogos, média de 2 por partida. Tivemos como artilheiro Gaúcho, cria da Gávea, que após passagens pelos profissionais de Grêmio, XV de Piracicaba, Santo André e Palmeiras, respectivamente, retornou ao clube em grande estilo e ajudou na conquista da competição nacional, dentre outras. Ídolo da torcida, Gaúcho disputou 200 jogos com a camisa rubro-negra e marcou 98 gols. Desses, 5 foram na Copa do Brasil.

Já em 2006, no Bicampeonato, a equipe marcou 23 gols em 12 jogos, média de aproximadamente 2 por partida. Neste ano, o time não teve nenhum grande ídolo ou goleador, mas o artilheiro da vez foi Renato Abreu com 6 gols.
Em 2009, quando a competição conta com a presença do craque Ronaldo e de goleadores como Fred e Nilmar, além de outros atacantes que estão em ascensão como Diego Tardelli do Galo, Rafael Moura do Atlético-PR e Kieza do Americano, quem será o matador e quantos gols o time campeão precisará para dar a volta olímpica? Em um ano em que a competição parece estar um pouco mais disputada que nas edições anteriores, é provável que média de gols do campeão cresça.

E no Mengão? Quem poderá fazer a diferença lá na frente e além de ajudar o time a buscar o título, se destacar como artilheiro? Emerson, apesar da vontade que tem demonstrado nos jogos, ainda não convenceu completamente a Nação. Josiel, depois de passar uma série em branco, perdeu a vaga e mais uma vez tornou-se incógnita. Obina, atualmente terceira ou até mesmo quarta opção no ataque, vive um longo inferno astral sem ter marcado sequer uma vez na temporada. E olha que oportunidades não lhe faltaram, ao contrário dos atuais centroavantes da equipe que tem jogado bastante isolados no meio da defesa adversária e quase não tem tido chances claras de gols e quando tem, também não aproveitam.

Adriano vem aí e nossos problemas acabaram. Esta é a afirmação de alguns. Correto, mas pelo que temos ouvido nos últimos dias, o Imperador virá para o Brasileirão e mesmo que ainda pegue parte da Copa do Brasil, só jogaria nas últimas partidas caso o time chegue até lá, e mesmo assim dificilmente em sua forma física e entrosamento com os demais jogadores ideal. O melhor e o máximo que poderia fazer é dar umas aulas particulares aos nossos homens de frente durante os treinos na Gávea e ficar na torcida para que estes passem a estar mais inspirados na hora de concluir para dentro das redes.
Façam suas apostas. Quem sai na frente dos que estão disputando? E no Flamengo? Quem tem mais chances de desencantar de vez e acabar com este mal crônico do time?

Eduardo Matheus

Juan: belisca e assopra


Sabe aquela criança que faz arte e quando vê que vai ser castigada tenta amenizar? Então, é o que o Juan está tentando fazer depois de ter no fundo se arrependido pelo que fez no domingo tão descaradamente, embora não confesse. Repito, talvez se arrependa pela forma petulante como ‘falou’ com o rival, não com o que disse.

Agora me aparece com um discurso solidário de que torce pela recuperação boa e rápida do meia? Ta bom Juan, só falta agora você dizer que vai rezar um terço pela melhora do Maicossuel. Até acho mesmo que não tenha nada contra a pessoa do jogador alvinegro, mas que está forçando um discurso politicamente correto, isso está.

Se Maicossuel se recuperasse até a final, fosse para o jogo e resolvesse novamente fazer aquele drible ou ‘gracinha’ com chamou o driblado, alguém acha mesmo que ele (Juan) iria lembrar que ‘é muito ruim ficar machucado, pois o jogador precisa do corpo para trabalhar’, como disse nesta segunda-feira? Talvez sim porque sabe que a repercussão do episódio do último jogo não foi nada boa, mas certamente a vontade dele seria quebrar o adversário como tinha prometido no domingo. Afinal, ele já mostrou por diversas vezes que é descontrolado emocionalmente e não vai mudar de uma hora para outra.

Mas como andam dizendo por aí... ‘no calor da partida vale tudo’, ou quase tudo. E perante a ‘frieza’ das câmeras e dos microfones também vale. Vale beliscar e depois assoprar. O Juan que o diga.

Eduardo Matheus.

26 de abril de 2009

Primeiros 90 minutos: Empate justo



Se o ataque do Mengão não dá conta do recado, pode agradecer à cachorrada pelo reforço que eles nos mandaram nos dois últimos jogos. Émerson. Não, não falo do Sheik da Gávea. O novo reforço não é milionário e muito menos declarou amor ao clube, mas tem sido mais eficiente que os centroavantes rubronegros. E por falar em centroavantes, avisem o Cuca que se ele quiser acabar com o rótulo de vice, ou ele pára de escalar o Zé Preguiça lá na frente e dá a camisa 10 para o Erick ou jogaremos com um homem a menos de novo no domingo. O ex-botafoguense não cria, não marca, não chuta e não nada. Aliás, fez como a torcida alvinegra e nem no Maraca apareceu. O time deu pinta de que faria um partidaço até o primeiro gol, teve oportunidade de fazer o segundo e ir mais tranqüilo para a segunda etapa, mas começou a ver o Botafogo trocar passes.

Do ataque para a defesa, Wellinton é muito fraco. Apesar da culpa na jogada que originou a falta que cedeu o empate dos chorões tenha sido maior do meio campo, deixando Alessandro carregar até o Maicossuel que deitou e rolou na falta de malandragem do nosso desesperado zagueiro. Certamente o Aírton não faria uma falta daquelas e seria bem mais eficiente nos combates. Ou alguém lembra de alguma bola roubada pelo Wellinton?

Como se não bastasse, nossos laterais começaram a aparecer negativamente no jogo. Por um lado Léo Moura ao invés de fazer o simples, errou vários passes e jogadas de bobeira. Saiu vaiado merecidamente não fosse um jogo decisivo. Sinceramente não concordo com essa de vaiar ninguém numa decisão, mas cada um tem suas teorias contra ou pró vaias. Isso não vem ao caso.

Do outro lado Juan também não foi o que se espera mas gostei de ter chamado a responsabilidade do jogo por várias vezes. Agora o que não entra na minha cabeça é torcedor ainda defender a atitude lamentável do Marrentinho. Calma lá, sou flanático, mas não irracional. O que o Juan fez foi covardia. Merecia ter sido expulso e isso não seria nenhum absurdo. O Maicossuel não usou de desrespeito embora tenha sido um pouco abusado. O drible foi objetivo, em direção à linha de fundo e ele já tinha passado pelo lateral. Nada justifica a atitude antidesportiva. Agora deve ser denunciado pelo TJD e pegar um gancho pra aprender dar uma esfriada na cabeça e rever seus conceitos quanto ao futebol. Porque para mim futebol é alegria, é arte, é emoção. E são esses tipos de lances feitos por quem sabe que dão esse charme, independente que saia do lado preto e vermelho ou não. A melhor moral que ele poderia botar é ganhando o lance na bola e suando a camisa pela sua equipe e não ‘aparecendo’ por causa de jogadas que só fazem manchar sua carreira.

Das laterais para o meio campo. Resumo: setor inoperante neste primeiro jogo. Ibson, melhor marcado não conseguiu atacar e Kléberson como de costume só arriscava seus chutes sem nenhum perigo ao gol adversário. Em contrapartida, Willians mais uma vez foi um leão na marcação, embora tenha sido menos eficiente que no jogo anterior e ainda apareceu com muita raça na jogada que originou o empate. Empate que veio na base do desespero e bastante beneficiado pela saída dos melhores jogadores do lado alvinegro. Pelo menos alguma praga rogada pelo Juan deve ter pegado no Maicossuel. Isso aí está aprovado. Pode fazer à vontade.
Por fim acabamos saindo no lucro com o empate. É inegável que estamos com uma sorte ferrada. Se é sorte de campeão, isso eu não sei afirmar pois a sorte ajuda aos competentes e como nenhum dos dois times se sobressaiu nesse quesito, fica difícil saber para quem a tal sorte deve sorrir no próximo domingo. Esperamos que seja para o Mengão mais uma vez e assim como o TRI de 2001 a história se repita mesmo que o vice tenha mudado.

Por: Eduardo Matheus

25 de abril de 2009

Cuca: 3 meses de altos e baixos.



No dia 12 de dezembro de 2008 a diretoria anunciou Cuca como novo técnico do rubronegro. As opiniões de torcedores e ‘entendedores de futebol’ diante de tal escolha era das mais diversificadas. Parte da torcida apoiava e parte dela desaprovava, muito por causa da passagem fracassada do técnico pelo clube em 2005 e por comandos sem sucesso no Santos e Fluminense no ano anterior. Entre jornalistas e comentaristas, o senso comum era de que Cuca precisava começar a ser mais racional e menos emocional para que pudesse transmitir um equilíbrio maior para sua nova equipe. Quanto à sua competência, isso praticamente não era discutido pois os bons trabalhos em times como Goiás, São Paulo e Botafogo em anos anteriores, sempre fazendo trabalhos muito bons, revelando jogadores e implantando um estilo de jogo vistoso, acabaram o credenciando como um dos melhores no Brasil na opinião destes.

Sempre concordei com a escolha de Cuca para o momento que vivemos com provável reformulação do elenco e tendo em vista as competições que estamos disputando. Hoje (25/04) Cuca completa exatos 3 meses no comando do time (chegou no dia 25 de fevereiro) Finalista do Carioca e tendo passado para as oitava de final da Copa do Brasil sem dificuldades, parece que o caminho até agora foi muito tranqüilo, mas não foi bem assim. Mesmo estando ainda no terceiro mês de trabalho, Cuca já teve seu cargo ameaçado depois da eliminação do time na Taça Guanabara diante do Resende por causa da falta de padrão tático da equipe que até então vencia aos trancos e barrancos e pouco agradava a torcida. Dela pra cá, a eliminação tornou-se um divisor de águas no prosseguimento do treinador no clube. Ou começávamos a jogar boa ou o trabalho do técnico seria interrompido.


Vendo que algo precisava ser feito para mudar a postura do time e encaixar um jeito de jogar, Cuca resolve promover mudanças. Entre elas, o deslocamento de Léo Moura para o meio campo em busca de maior criatividade no setor e a promoção de Josiel no ataque que por hora, acabava com as chances de Obina desencantar, já que o atacante ainda não marcou na temporada, apesar de ser um jogador de enorme confiança do técnico. As mudanças aos poucos foram surtindo efeito, com o ‘lateral-meia’ jogando melhor na nova posição e Josiel marcando gols, o Mengão foi andando bem na Taça Rio e contribuindo com a permanência de Cuca no clube. Contudo, bastou uma atuação fraca com empate diante do Tigres e a derrota para o Vice da Gama que o técnico voltou a conviver com a desconfiança da torcida. Porém, mais uma vez foi ousado ao escalar o garoto Erick Flores contra o Madureira e a partir de então dar maior criatividade ao meio campo, setor tão criticado. O time começou a apresentar melhor futebol e ser mais convincente nas vitórias até as fases finais da Taça Rio.

Finalista do Estadual, a pressão em cima do nosso treinador teoricamente deveria ser menor, mas o fato dele ter sido Bi-vicecampeão no Foguinho faz com que o stigma de técnico vice volte a aparecer e o bom trabalho feito até aqui seja esquecido caso o título não vá para a Gávea. Por outro lado, se formos campeões, Cuca terá em seu currículo o primeiro título na carreira conquistado pelo Fuderosão e conquistará uma confiança maior de todos. Infelizmente, futebol é assim. Um título pode dar um pouco mais de credibilidade e uma derrota na final pode intensificar o rótulo que foi colocado no técnico e acabar com a tranqüilidade do time e principalmente do treinador para o decorrer do ano. Diante desses altos e baixos e mesmo com opiniões contra e outras favoráveis ao Cuca, o certo é que neste domingo toda a boa sorte do mundo será desejada ao técnico pelos mais de 35 milhões de flanáticos espalhados pelo planeta para que possamos levantar mais uma taça e a partir de então fazer dele um dos maiores vencedores no clube entre os técnicos que por aqui já passaram.

Por: Eduardo Matheus

24 de abril de 2009

A Copa do Brasil e o Mengão


A Copa do Brasil é mesmo uma competição muito bacana de se assistir e de competir também. Com a fórmula de disputa mais interessante do futebol nacional atualmente, não há jogo que não mexa com os nervos do torcedor. Desde os mais fáceis das primeiras fases aos mais complicados que costumam ser das oitavas pra lá. Pois se o time (no caso o grande) cai contra um de menor expressão, danou-se. O clima não fica nada bom, principalmente para aqueles que já saíram da briga no estadual. Aos que chegam às oitavas, quartas, semi e finais a promessa é sempre de muita emoção, jogos cada vez mais disputados e estádios cada vez mais cheios. O que também sempre dá um charme diferente é a chegada dos times chamados ‘azarão’ às fases finais. É a famosa ‘zebra’ que pinta praticamente todo ano, isso quando não leva o caneco e acaba com a festa de uma grande torcida. Times como Santo André e Paulista já tiveram esse gostinho de conquistar a segunda competição mais importante do país. E toda essa importância tem um valor alto. A oportunidade de disputar a Taça Libertadores no ano seguinte. Esse é o objetivo que não sai da cabeça dos jogadores e torcedores, além do título, é claro.

Disputada desde 1989, este ano, a Copa do Brasil comemora 20 anos de existência. Cheia de histórias engraçadas, curiosas e dramáticas, a competição tem uma gama de episódios que marcam a vida de muitos jogadores e clubes, desde os mais modestos aos mais populares. Mas como bom flamenguista, não posso deixar de citar alguns números interessantes do nosso time na competição: temos 2 títulos (1990e 2006) e 3 vice campeonatos (1997, 2003 e 2004). Tivemos o artilheiro do torneiro em 1995 (Sávio), 1998 (Romário) e 1999 (Romário). Além de sermos a equipe com maior número de vitórias (73 no total). Por tudo isso, além da nossa tradicional força, mais uma vez entramos com reais possibilidades de título. Temos um caminho complicado a partir das oitavas, podendo enfrentar pela frente equipes como Fortaleza (confirmado), Internacional, Ponte Preta, Coritiba, Vitória, Corinthians ou Fluminense. Venha quem for não podemos temer. Sabemos que com o bom time que temos e o 12º jogador ao lado, já é metade do caminho percorrido. Vamos buscar mais um Tri campeonato no ano Mengão!

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Eduardo Matheus

23 de abril de 2009

Chat Flanáticos


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Como tudo começou...


Saudações rubro negras, amigo Flanático!
Aqui vai uma breve apresentação minha e um pouco de como começou essa obsessão em falar sobre o Mais Querido através da escrita.


Tudo começou em 2007 quando iniciei na Comunidade ‘Flamengo (Oficial)’ postagens de textos relacionados ao Fla. Até que um dia escrevi um texto que teve como título 'Retrospectiva Flamengo 2007', onde contava toda a história do time naquele ano. Este fez maior sucesso na comunidade, foi quando um membro flanático chamado Pedro da Silveira criou uma outra comuna para o texto da ‘retrospectiva’. Daí surgiu a idéia de montar uma equipe de colunistas, ou seja, pessoas que também escrevem sobre o Mengão afim de postar textos diariamente relacionados ao clube na ‘Oficial’. A partir de então a comunidade da ‘retrospectiva’ passou a se chamar comunidade ‘Colunistas do Flamengo’. Nela tínhamos uma equipe de sete flanáticos que exerciam esse trabalho. E é onde eu tenho mais de 100 textos arquivados. Tudo corria bem e até espaço no 'Jornal da Nação' aqui do RJ conseguimos para publicar as colunas diariamente, porém infelizmente em 2009 o jornal não foi mais às bancas e nós já vínhamos enfrentando problemas na ‘Oficial’ pelo pouco interesse e reconhecimento da galera em nosso trabalho lá. Lamentavelmente os ‘colunistas’ desanimaram e atualmente estamos inativos. Embora a dificuldade de promover um debate sadio e interacção entre os membros da ‘Oficial’ ainda exista, eu ainda continuo postando meus textos lá e aos poucos conquistando pelo menos a consideração e prestígio da galera. Devido a este prestígio, alguns membros começaram a me cobrar um blog para que pudesse arquivar as colunas e ter um espaço mais específico para quem realmente se importa com assuntos exclusivos ao C.R do Flamengo. Resolvi por em prática nessa idéia e procurar alguém que me ajudasse a criar um blog legal. Foi quando apareceu o amigo Felipe Eduardo que junto comigo montou este blog e hoje me ajuda também na administração.